Pesquisa comprova inesperada presença de corais na costa de SC ...!

30-09-2011 07:23

Avulsos Malacológicos - AM - Florianópolis, Brazil

 

 

Jornal OnLine AmbienteBrasil

http://noticias.ambientebrasil.com.br/jornaldiario.php?edicao=3894

Edição 3894 - Sexta-feira 30/09/2011

 

PESQUISA COMPROVA INESPERADA PRESENÇA DE CORAIS NA COSTA DE SC

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/09/30/75150-pesquisa-comprova-inesperada-presenca-de-corais-na-costa-de-sc.html

 http://noticias.ufsc.br/2011/09/pesquisa-comprova-presenca-de-corais-recifais-na-reserva-biologica-marinha-do-arvoredo/  

 

 

Conteúdos:

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Em conjunto com pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que já desenvolviam projetos junto à Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, em 2009 o biólogo e mergulhador Paulo Bertuol observou corais recifais na região. O fato despertou novos interesses acadêmicos e se tornou tema de uma dissertação de mestrado que está sendo desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC.

Resultados parciais dessa pesquisa foram este ano publicados em um artigo na revista Coral Reefs. “Nesse artigo reportamos a formação de corais recifais mais ao sul em todo o Oceano Atlântico, localizada na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, ao norte de Florianópolis e a 1,5 mil km ao sul dos recifes de Abrolhos”, destaca o professor Alberto Lindner, que desde 1996 estuda os cnidários, conjunto de animais que inclui corais, anêmonas e águas-vivas.

“Os resultados apresentados no artigo são importantes pois mostram que é possível a formação de bancos de corais recifais mesmo no sul do Brasil, em Santa Catarina”, complementa Lindner, também coordenador do projeto Biodiversidade Marinha de Santa Catarina.

Monitorando o fundo do mar – Desde dezembro de 2010, a mestranda Kátia Capel vai a cada três meses visitar a reserva para monitorar a população dos corais, que são da espécie Madracis decactis. A região ocupada mede 3,4 mil m² e está entre seis e 15 m de profundidade. A maior densidade (maior número de colônias de corais por m²) concentra-se em regiões com cerca de nove metros de profundidade, e um dos aspectos já observados é que conforme a profundidade aumenta, aumenta também o tamanho das colônias.

“Para nós foi uma grande surpresa encontrar esse tipo de formação aqui no sul do Brasil. A espécie Madracis decactis havia sido registrada para Santa Catarina, mas não esperávamos observar o desenvolvimento de um banco de corais recifais no estado”, reforça Lindner.

Ao contrário do que acontece em Abrolhos, a espécie de coral encontrada em Santa Catarina não forma recifes, mas um banco de colônias livres sobre o fundo do mar. São duas hipóteses que podem explicar o desenvolvimento desses corais em forma livre.

A primeira é a de que esses animais marinhos estavam em formação rochosa e por algum motivo, como hidrodinâmica (movimento da água), se soltaram e continuaram se desenvolvendo de forma livre. A outra teoria é a de que a larva do coral pode ter se fixado em algum local móvel, como conchas, e se movimentou através das ondas, marés, ou movimento de outros animais. “Esse sítio de corais tem grande potencial para estudos e poderemos desenvolver outros projetos na região”, comemora Kátia Capel.

(Fonte: Portal iG)

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Maiores informações nos seguintes links da contribuição:

http://www.springerlink.com/content/015562w034g31p80/fulltext.pdf

http://www.springerlink.com/content/015562w034g31p80/

http://www.springer.com/life+sciences/ecology/journal/338

 

 

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